Dentro da perspectiva inclusiva,
avaliar deve ser um processo contínuo, em que se evidencia a trajetória
individual do aluno, sem classificações, comparações ou rótulos. Visto que cada
pessoa é singular ao produzir e expressar conhecimentos. Por essa razão, a
avaliação deve considerar as especificidades de cada aluno. Adotando estratégias e
ferramentas diversificadas, para cada um.
Para desenvolver uma avaliação inclusiva, deve-se partir do ponto que o próprio aluno apresenta. É
preciso “olhar” para ele sem julgar ou comparar, sem classificar com base em
outro. Deve existir o processo para conhecer sua trajetória individual e conhecer realmente
o aluno para descobrir o melhor modo de expressar o conhecimento.
Os erros são
bem-vindos e reconhecidos como parte da formação daquele conhecimento, as produções
autorais são valorizadas e um mesmo problema suscita a oportunidade de explorar
múltiplas respostas.
Na avaliação
inclusiva, provas, testes ou estratégias somativas de avaliação têm menor valor
que os processos de aprendizagem, a partir dos quais é possível reconhecer a
evolução em relação ao que o aluno já sabia ou era capaz de fazer anteriormente.
A atribuição de
nota deve ser feita com base nos fenômenos observados no cotidiano da
aprendizagem, na evolução e desenvolvimento do aluno, de forma que o conteúdo
curricular não seja o mais importante. Ainda assim, deve-se aplicar a
avaliação somativa, porem adaptada de forma que o aluno seja capaz de realizar.
Avaliação esta que deve ser elaborada pelo professor regular, em conjunto com o
professor do AEE.
Referências:



